Porque é diferente de tudo o que existe em Portugal
A esmagadora maioria dos biofertilizantes vendidos em Portugal — Biostop / Hubel Verde, Kiplant / Asfertglobal — é monoespécie: uma única bactéria ou fungo, formulado em massa, vendido genericamente. Funciona igual para uma vinha no Douro e para uma estufa de tomate em Faro. Não funciona igual.
O Plano Digital de Fertilização (FertiSOLO) parte do pressuposto oposto: o seu solo já tem um microbioma. Uma comunidade bacteriana e fúngica única, que evoluiu naquele lote, com aquele clima, com aquelas culturas. Em vez de impor estirpes externas, isolamos as suas e devolvemos-lhas em escala industrial.
Os três pilares
1. Agronomia
Caracterização química, biológica e do microbioma do solo. Diagnóstico inicial completo + monitorização contínua durante o ciclo cultural. Suporte directo nos serviços de Análises de Solos e Caracterização Agronómica.
2. Biotecnologia
Formulação dos seus Biofertilizantes a partir das rizobactérias autóctones isoladas a partir do próprio microbioma da sua exploração. Apresentação sólida ou líquida; liofilização e revestimento biodegradável para máxima viabilidade. Patente prevista para as formulações.
3. Agricultura de Precisão
Sondas edafoclimáticas distribuídas pela exploração, com monitorização remota e ajuste contínuo do plano ao longo do ciclo. Decisões orientadas a dados — humidade, temperatura, condutividade, pH — não palpites.
O que inclui o plano subscrito
- Diagnóstico agronómico completo (química · biológica · microbioma)
- Plano anual de biofertilização ajustado à sua exploração
- Biofertilizantes próprios (sólido + líquido) entregues nas datas óptimas do ciclo
- Monitorização edafoclimática contínua via sondas
- Acompanhamento técnico de campo por agrónomo dedicado
- Acesso à rede institucional ISOPLEXIS / UMA, PHYTOALGAE, DRA
- Relatórios trimestrais com indicadores e ajustes recomendados
Para quem faz sentido
- Explorações em agricultura biológica ou conversão para biológica com cultura única ou rotações limitadas
- Cooperativas e produtores com certificação ou compromissos de sustentabilidade (PRR, PDR, Bio)
- Explorações agroflorestais ou em modo de produção integrada com histórico de fertilização genérica que não está a render
- Indústria com fornecedores agrícolas próprios que pretende uniformizar qualidade
Como funciona, na prática
- Pedido inicial via formulário — descreve a exploração (área, culturas, localização, objectivo)
- Reunião de diagnóstico (gratuita, presencial ou remota) em 5–7 dias úteis
- Recolha de amostras de solo + caracterização laboratorial (≈ 3 semanas)
- Plano apresentado com formulação proposta, calendário de aplicações e KPI's a monitorizar
- Subscrição activa — primeira aplicação no início do ciclo seguinte; biofertilizantes entregues, sondas instaladas, agrónomo dedicado nomeado
Quem assina o plano
Equipa de 3 PhDs — Bioquímica (Pedro Silva), Biotecnologia (Jorge Freitas), Engenharia Química (João Gonçalves) — com mais de 50 publicações científicas internacionais combinadas. Projecto enquadrado no programa StartUP Portugal.
